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Imprudência causa grave acidente no trevo da Castello Branco


O motorista de um caminhão Volkswagen 13.180 que transitava pela rodovia Dr. Antônio Pires de Almeida (SP-97) entrou abruptamente na Castello Branco e provocou um grave acidente na madrugada desta quarta-feira (19), por volta das 4h.


Dois caminhoneiros que seguiam na pista 1, no sentido interior-capital, não conseguiram parar ou desviar e os três veículos se engavetaram. Os caminhões que entraram na traseira do primeiro são um Volkswagen 24.250 e um Ford Cargo.


Com o impacto, o 24.250 tombou e derrubou parte da carga de 14 toneladas de legumes. O caminhão que causou o acidente levava cinco toneladas de frango e o Ford Cargo transportava tijolos (18 toneladas). Muitos tijolos também foram projetados para fora da carroceria. Duas pessoas ficaram gravemente feridas, uma teve ferimentos leves e duas saíram ilesas.


Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária e Colinas Via Appia (antiga Colinas AB) atuaram na ocorrência, que provocou a total interdição da Castello no sentido interior-capital durante cerca de 22 minutos, gerando uma fila de veículos com extensão de um quilômetro.


Durante boa parte da manhã o tráfego fluiu com lentidão naquele ponto e o acostamento do canteiro central teve de ser usado pelos motoristas. Durante o dia, por volta das 16h, ocorreu uma interdição parcial por mais de vinte minutos para a retirada do Ford Cargo.


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Brigou com a esposa e acabou ficando a pé


Não é uma boa ideia brigar com a esposa se você está de posse de um veículo roubado. Na noite do último domingo (16), a Guarda Civil Municipal atendeu a uma ocorrência de violência doméstica que acabou envolvendo também a Polícia Militar e terminou em flagrante de receptação.


A GCM recebeu o pedido de socorro: uma mulher estava sendo agredida pelo marido em Cidade Jardim. A informação era de que o jovem de 18 anos tinha uma arma de fogo.


Resistência

Ao ser abordado pelos guardas, o jovem reagiu e resistiu. Naquele momento passava uma guarnição da PM que parou e foi prestar apoio aos GCMs.


Vizinhos confirmaram a história da briga do casal e disseram que a mulher estava na casa, ferida. Os policiais militares conversaram com ela e a mulher não apresentava sinais visíveis de agressão. Ela negou-se a contar o que tinha ocorrido e disse que não iria ao pronto-socorro para exame médico.


Na garagem

Enquanto a ocorrência se desenrolava, uma pessoa que não quis identificar-se disse a um policial militar que o carro que estava na garagem da residência do turbulento casal era produto de roubo. Tratava-se de um Fia Argo cinza sem placa.


Os PMs começaram a fazer perguntas. O morador, M. L. S. L. disse ter comprado o carro recentemente. De acordo com os policiais militares, o jovem negou-se a entregar as chaves e os documentos do veículo.


Roubado

Como o capô estava aberto, os policiais pesquisaram a numeração de segurança e encontraram uma queixa de roubo registrada em Sorocaba. O roubo ocorreu no último mês de abril.


Ao ser informado dos detalhes do caso, o dele gado de Polícia Civil de plantão, Rogério Moraes Palma Filho, determinou que o jovem fosse autuado em flagrante por receptação (posse de veículo roubado).


No Face

Ao ser interrogado, M. L. S. L. disse ter visto um anúncio de venda do Argo no Facebook por R$ 8 mil. Ele trocou uma moto 2008 pelo carro, e afirmou saber que ele valia muito mais. Pela tabela FIPE desta sema na, o preço médio de um Argo Drive 1.0, ano 2019 era de R$ 51.360.


Na audiência de custódia, a juíza de Direito da 2ª Vara, Raisa Alcântara Cruvinel Schneider, homologou o flagrante e concedeu liberdade pro visória ao réu.


Não arrumar encrenca com a esposa é muito mais seguro e prudente...


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Punguista digital furta mulher de 75 anos no ponto de ônibus


Em priscas eras havia o batedor de carteiras, carinhosamente chamado pela polícia de punguista. Isso foi nos bons tempos analógicos, pois em tempos digitais o punguista foi extinto e substituído pelo não menos habilidoso batedor de celular.


Um desses novos talentos sentou-se com uma senhora no ponto de ônibus, engatou uma agradável conversa e foi-se embora levando o telefone da vítima. Para azar do ajudante de motorista de 37 anos, a quase bicentenária Polícia Militar do Estado também exerce seu mister com talento e habilidade, e o punguista digital foi detido e autuado em flagrante.


Coladinhos

No final da tarde desta quarta-feira (19), a senhora de 75 anos estava no Terminal Rodoviário Odilon Antônio à espera do ônibus para Sorocaba. Apareceu um homem, sentou-se “ao lado, bem perto”, de tal forma que a bolsa dele ficou colada à bolsa da vítima — disse ela em depoimento à Polícia Civil.


Primeiro ele pediu dois reais, depois ficou conversando por algum tempo e então despediu--se e saiu caminhando em direção ao Centro. Assim que o homem foi embora a mulher percebeu que seu celular tinha desaparecido da bolsa.


No mato

Ela correu à sede da 4ª Companhia da Polícia Militar, que é vizinha ao Terminal, e pediu ajuda. Uma guarnição saiu à procura do homem descrito pela vítima. Ele foi encontrado na avenida Dr. Antônio Pires de Almeida e abordado. Levava na bolsa um celular desligado, e interroga do disse ter encontrado o aparelho “jogado no mato”.


Quando os PMs ligaram o telefone apareceu na tela a imagem da vítima ao lado de dois familiares. T. N. B. O. foi preso e levado à Delegacia de Polícia onde insistiu na versão do achado-não-é-roubado.


De rua

Ao escrivão Sandro Morilla Cordeiro, ele disse ter vindo de Itu, de ônibus e desembarcou no Terminal Rodoviário. Sentou-se ao lado da senhora, conversou um pouco com ela e saiu em direção ao Albergue No turno aonde pretendia passar a noite. No caminho, a uns 200 metros do Terminal, encontrou o celular. Ato contínuo, foi encontrado pelos PMs.


“Se tivesse má intenção” — argumentou o autuado —, “teria arrancado o chip do celular.” Ele está em situação de rua há três anos, afirmou. O delegado de Polícia Civil responsável pelo plantão, Felipe Augusto V. F. Salla, decidiu autuar T. em flagrante por furto.


Ele passou a noite não no Albergue, mas na Delegacia, e foi solto no dia seguinte por decisão do Judiciário. “Trata-se de indiciado primário que supostamente praticou delito sem violência ou grave ameaça a pessoa”, entendeu a juíza de Direito da 2ª Vara, Raisa Alcântara Cruvinel Schneider. Vai responder ao processo em liberdade, desde que seja localizado para tanto.


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